A inauguração da ponte de Guaratuba em maio marcou uma nova fase no litoral do Paraná, encerrando décadas de travessia por ferry-boat. Porém, um relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) trouxe à tona preocupações relevantes. A auditoria identificou falhas no edital e no contrato da obra, que podem gerar custos adicionais, disputas judiciais e dificuldades na fiscalização.
Entre os principais pontos, o documento destaca a ausência de regras claras sobre quem deve arcar com despesas decorrentes de imprevistos técnicos, além da falta de delimitação precisa das obrigações da construtora e dos espaços para inovação.

O cenário político de Antonina, um dos municípios históricos mais importantes do litoral do Paraná, atravessa um período de acentuada instabilidade. A prefeita Rozane Osaki (PSD) está no centro de uma disputa jurídica que coloca em xeque a continuidade de seu mandato.
A situação, que já vinha sendo monitorada pelos bastidores da política estadual, ganhou contornos mais sérios após novos desdobramentos processuais na Justiça Eleitoral.
O questionamento jurídico em curso versa sobre supostas irregularidades que teriam impactado o processo de sua eleição. Embora a defesa da prefeita mantenha a confiança na reversão do quadro nas instâncias superiores, o clima entre a classe política local e a população é de expectativa. A possibilidade de uma vacância no cargo ou até mesmo de uma eleição suplementar – cenário que já ocorreu em outras cidades paranaenses nos últimos anos – passou a ser um dos principais temas de debate na região.

Guaratuba, que se consolida como um destino esportivo de destaque, recebe a Meia Maratona no dia 6 de setembro de 2026. Após o sucesso internacional da Maratona da Ponte, a cidade reafirma sua vocação para grandes eventos. O desafio oferece percursos de 5km, 10km e 21km. Inscrições com lote promocional (R$ 89,90) estão disponíveis até 20 de junho, com 500 vagas. Detalhes: https://www.thomeesantos.com.br/meia-maratona-de-guaratuba/

O fenômeno climático El Niño foi oficialmente confirmado nesta quinta-feira (11) pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos, e já está sob monitoramento constante do Simepar, no Paraná. O aquecimento das águas do Oceano Pacífico equatorial, que já supera a média em meio grau, promete alterar o regime de chuvas em todo o estado.
Segundo meteorologistas, o impacto direto no território paranaense deve começar a ser sentido a partir de julho, consolidando-se com maior intensidade no segundo semestre.

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